Pois é, princesa,
já começas a dar verdadeiros passinhos.
Hoje até foste de zona para zona, ora te agarrando aqui ora ali, e por vezes soltando-te e dando pelo menos 3 a quase 4 passitos. Meio trémulos, é certo, mas já passitos.
Também já desceste do sofá à marcha-ré, como te ensinámos, e fizeste-o na hora de jantar e umas boas 5 vezes seguidas, sempre à espera e a olhar para nós a ver se te batíamos palmas.
Claro que o teu mano estava a ver Tv mas a tomar nota de tudo, e depois lá veio brincar contigo e pedir mimo ao pai, mãe e avó.
Não deixam de ser uns minutos, assim todos juntos na nossa pequena sala, bem divertidos e emocionantes para guardar no coração.
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21 março 2010
01 agosto 2009
Os amores das crianças
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Unknown at 1:03 p.m.
Labels: amores, família, filhos, GRANDE DIA, histórias, pai, passeios, pensamentos
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Acho que o nosso mais velho não vai ser grande galã e ter lá muito sucesso com as raparigas. A julgar pelas primeiras aproximações ao sexo feminino, pelo menos, a coisa não me parece que vá ser famosa...
Ainda hoje, deambulando pelo supermercado, esse harém de pais e mães com seus filhos por onde ele bem pode escolher à vontade, eis senão quando se detém e se junta a uma mãe com duas filhas, uma de 4 e outra de 2 e meio.
Claro que durante um bom quarto de hora foi com elas para todo o lado. Mas para quem, de longe, assistia a tal espectáculo, o cenário era entre o hilariante e o assustador.
Assumindo com total convicção a postura de dinossáurio, abrindo a boca, emitindo grunhidos e outros tantos sons e gestos mais parecidos com os homens das cavernas do que com os extintos gigantes, as pobres das raparigas passaram a andar mais agarradas às pernas da mãe do que nunca. Sobretudo a mais pequena que, chegando nós ao pé deles, ficou-nos a fitar com ar suspenso, como se dissesse "que mosntro é este que vocês estão a criar?".
Claro que para ele o sucesso da operação foi total!
A pose, os ruídos, o agitar do corpo, as pernas abertas e a passada larga...
Creio mesmo que o nosso petiz veio a julgar que arrasou.
O que nem é de todo mentira.
Arrasou sim, mas com toda e qualquer assumpção delas sobre a possível salvação do sexo oposto.
Ainda hoje, deambulando pelo supermercado, esse harém de pais e mães com seus filhos por onde ele bem pode escolher à vontade, eis senão quando se detém e se junta a uma mãe com duas filhas, uma de 4 e outra de 2 e meio.
Claro que durante um bom quarto de hora foi com elas para todo o lado. Mas para quem, de longe, assistia a tal espectáculo, o cenário era entre o hilariante e o assustador.
Assumindo com total convicção a postura de dinossáurio, abrindo a boca, emitindo grunhidos e outros tantos sons e gestos mais parecidos com os homens das cavernas do que com os extintos gigantes, as pobres das raparigas passaram a andar mais agarradas às pernas da mãe do que nunca. Sobretudo a mais pequena que, chegando nós ao pé deles, ficou-nos a fitar com ar suspenso, como se dissesse "que mosntro é este que vocês estão a criar?".
Claro que para ele o sucesso da operação foi total!
A pose, os ruídos, o agitar do corpo, as pernas abertas e a passada larga...
Creio mesmo que o nosso petiz veio a julgar que arrasou.
O que nem é de todo mentira.
Arrasou sim, mas com toda e qualquer assumpção delas sobre a possível salvação do sexo oposto.
Algum dia tinha que ser...
No supermercado, com o mais velho, junto das águas.
Aproxima-se uma senhora, que também hesita na escolha da marca. E nisto, ele nem pestaneja; olha para ela e aponta para o rabo e diz:
- gorda!
-.-
Algum dia tinha que ser a vergonha...
Aproxima-se uma senhora, que também hesita na escolha da marca. E nisto, ele nem pestaneja; olha para ela e aponta para o rabo e diz:
- gorda!
-.-
Algum dia tinha que ser a vergonha...
28 julho 2009
Histórias
Pois é, príncipes,
vocês não páram de crescer!!!
A Mati já parece que se quer por a andar pela casa! Ainda mal fez 6 meses e já se senta, já interage extremamente bem com tudo, já percebe certas ligações lógicas e acho que vai preterir de faalr primeiro para conseguir por-se de pé.
O senhor Martim, esse, anda um tagarela!
Já foi ao cinema e adora filmes (pois claro).
Já deu, aqui em casa, para tirar conclusões e perceber que os filmes da Pixar são mesmo os melhores. São educativos (muito!) e têm muito poucas cenas violentas e agressivas. Já filmes como, por exemplo, a Idade do Gelo ou o Shrek... bem, é melhor nem falar...
O Martim já adora sentar-se na cama a "ler" os livros e a ser ele a contar as histórias. Sobretudo se estiver com a mana na cama com ele, a quem vai mostrando as figuras e trocando livros. sim, porque a mana não é de se ficar quieta. Isso de estar a ver não é com ela. Para TUDO tem que estar a interagir com as coisas. Mexer. Ter. Experimentar fisicamente.
E isto em apenas 6 meses!
Raios.
O tempo voa mesmo...
vocês não páram de crescer!!!
A Mati já parece que se quer por a andar pela casa! Ainda mal fez 6 meses e já se senta, já interage extremamente bem com tudo, já percebe certas ligações lógicas e acho que vai preterir de faalr primeiro para conseguir por-se de pé.
O senhor Martim, esse, anda um tagarela!
Já foi ao cinema e adora filmes (pois claro).
Já deu, aqui em casa, para tirar conclusões e perceber que os filmes da Pixar são mesmo os melhores. São educativos (muito!) e têm muito poucas cenas violentas e agressivas. Já filmes como, por exemplo, a Idade do Gelo ou o Shrek... bem, é melhor nem falar...
O Martim já adora sentar-se na cama a "ler" os livros e a ser ele a contar as histórias. Sobretudo se estiver com a mana na cama com ele, a quem vai mostrando as figuras e trocando livros. sim, porque a mana não é de se ficar quieta. Isso de estar a ver não é com ela. Para TUDO tem que estar a interagir com as coisas. Mexer. Ter. Experimentar fisicamente.
E isto em apenas 6 meses!
Raios.
O tempo voa mesmo...
19 julho 2009
Associações rápidas...
- Martim, vamos ao shopping?
- Nããão!
- Brincar no parque, e nos escorregas?
- Não.
- Não queres ir ao shopping?
- Sim.
- Então?
- Batata frita!
=P
- Nããão!
- Brincar no parque, e nos escorregas?
- Não.
- Não queres ir ao shopping?
- Sim.
- Então?
- Batata frita!
=P
20 junho 2009
Pimpolhaaaaaaaaaaaaaa
Já te sentas, filhotaaaaaaa!!!!
=D
Inacreditável!
Talvez tenha sido o ar das férias no Algarve, não sei. O que é um facto é que desde há um par de dias que já te tentas erguer e, com uma ajudinha, lá o consegues. E depois é ficar a ver-te, na espreguiçadeira, toda entretida a mexer no pianinho e a ver tudo em redor com imensa curiosidade.
É tão bom reviver estas coisas!...
=D
Inacreditável!
Talvez tenha sido o ar das férias no Algarve, não sei. O que é um facto é que desde há um par de dias que já te tentas erguer e, com uma ajudinha, lá o consegues. E depois é ficar a ver-te, na espreguiçadeira, toda entretida a mexer no pianinho e a ver tudo em redor com imensa curiosidade.
É tão bom reviver estas coisas!...
04 junho 2009
O Que Querem Para Ti
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Labels: avós, família, filhos, histórias, pai, pensamentos, saudades
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Pois é, príncipes,
o mundo é meio lixado.
É mesmo.
Este é dos melhores conselhos que vos posso dar para vocês lerem daqui a algum tempo.
Quer dizer... o mundo é fixe.
As pessoas é que as há cada vez mais lixadas.
Mas como dizem os franceses, c'est la vie. Há que aprender a viver com isso.
Por outro lado, aprender a viver com isso nem é o problema.
O problema é mesmo conseguir perceber a tempo e horas o tipo de pessoas que está à nossa frente para evitarmos cair na esparrela de estarmos a emprestar o nosso melhor casaco a quem só o quer para nos vasculhar os bolsos (esqueçam esta parte meio complicada; daqui a uns anos percebem estes trocadilhos).
A verdade é que me dou conta hoje de algumas conversas que tinha com o vosso bisavô. Já morreu. Mas as conversas que ele por vezes (raras) lá se atrevia a ter, estão gravadas.
Numa delas, a coisa desembocou mais ou menos nisto:
- "Mais importante do que perceber o que querem de ti, é perceberes o que querem para ti. A resposta a essa pergunta dir-te-á que pessoa é essa, se quer o teu bem, ou se apenas te quer para o bem dela."
Ainda hoje me recordo disto - "O que ele quererá para mim?"
Lembrem-se do que dizia o vosso bisavô.
Ele podia ter uma forma esquisita de comer, nunca misturando arroz com carne ou peixe e comendo sempre tudo separadamente. Era um homem simples. Mas nisto de bons conselhos, sabia o que dizia.
o mundo é meio lixado.
É mesmo.
Este é dos melhores conselhos que vos posso dar para vocês lerem daqui a algum tempo.
Quer dizer... o mundo é fixe.
As pessoas é que as há cada vez mais lixadas.
Mas como dizem os franceses, c'est la vie. Há que aprender a viver com isso.
Por outro lado, aprender a viver com isso nem é o problema.
O problema é mesmo conseguir perceber a tempo e horas o tipo de pessoas que está à nossa frente para evitarmos cair na esparrela de estarmos a emprestar o nosso melhor casaco a quem só o quer para nos vasculhar os bolsos (esqueçam esta parte meio complicada; daqui a uns anos percebem estes trocadilhos).
A verdade é que me dou conta hoje de algumas conversas que tinha com o vosso bisavô. Já morreu. Mas as conversas que ele por vezes (raras) lá se atrevia a ter, estão gravadas.
Numa delas, a coisa desembocou mais ou menos nisto:
- "Mais importante do que perceber o que querem de ti, é perceberes o que querem para ti. A resposta a essa pergunta dir-te-á que pessoa é essa, se quer o teu bem, ou se apenas te quer para o bem dela."
Ainda hoje me recordo disto - "O que ele quererá para mim?"
Lembrem-se do que dizia o vosso bisavô.
Ele podia ter uma forma esquisita de comer, nunca misturando arroz com carne ou peixe e comendo sempre tudo separadamente. Era um homem simples. Mas nisto de bons conselhos, sabia o que dizia.
18 maio 2009
Cocó no chão
Já cá faltava.
Era uma questão de tempo...
Na escola já te têm acostumado com o uso do pote. Todos os dias, a todos os miúdos, uma vez de manhã e outra à tarde, lá vão vocês sentar-se para se habituarem.
Até aqui, tudo bem.
Mas há que reconhecer: não deve ser nada fácil.
Sobretudo em casa.
Com pai, mãe e avó a olharem-te ali, sem calças nem fralda, perna e tudo o mais à mostra.
É uma invasão de privacidade total.
Como tal, como podemos nós querer que já faças cocó e chichi no pote se nós ali estamos, a olhar-te, pressionando, expectantes?
Posto isto, nada feito - literalmente.
E vai daí, desistindo, começamos a preparar o banho.
Só que tanta espera sentado no pote não foi em vão. E alguma coisa deverá ter de facto chegado à porta.
É que, em meio minuto e enquanto a banheira se enchia, lá te distraíste e num ápice veio chichi e cocó pelas pernas abaixo e até ao chão da casa-de-banho toda, para espanto da tua mãe que só conseguia exclamar "Oh Meu Deus! Oh Minha Nossa senhooora!!..."
Está visto que uma pessoa, para fazer as suas necessidades, seja no pote ou na sanita, tem de estar em paz, com o seu jornal, em total e absoluto recolhimento.
Quem consegue fazer tendo os outros a olhar?!?
PS:
nesse dia, à noite, a dada altura começaste:
- a nossa senhora...
- quem é a nossa senhora, Martim?
- a nossa senhora...
- quem é?
- a mãe.
- a mãe?
- a mãe. nossa senhora!
- porquê?
- nossa senhora. a mãe. cocó.
- ah!...
Era uma questão de tempo...
Na escola já te têm acostumado com o uso do pote. Todos os dias, a todos os miúdos, uma vez de manhã e outra à tarde, lá vão vocês sentar-se para se habituarem.
Até aqui, tudo bem.
Mas há que reconhecer: não deve ser nada fácil.
Sobretudo em casa.
Com pai, mãe e avó a olharem-te ali, sem calças nem fralda, perna e tudo o mais à mostra.
É uma invasão de privacidade total.
Como tal, como podemos nós querer que já faças cocó e chichi no pote se nós ali estamos, a olhar-te, pressionando, expectantes?
Posto isto, nada feito - literalmente.
E vai daí, desistindo, começamos a preparar o banho.
Só que tanta espera sentado no pote não foi em vão. E alguma coisa deverá ter de facto chegado à porta.
É que, em meio minuto e enquanto a banheira se enchia, lá te distraíste e num ápice veio chichi e cocó pelas pernas abaixo e até ao chão da casa-de-banho toda, para espanto da tua mãe que só conseguia exclamar "Oh Meu Deus! Oh Minha Nossa senhooora!!..."
Está visto que uma pessoa, para fazer as suas necessidades, seja no pote ou na sanita, tem de estar em paz, com o seu jornal, em total e absoluto recolhimento.
Quem consegue fazer tendo os outros a olhar?!?
PS:
nesse dia, à noite, a dada altura começaste:
- a nossa senhora...
- quem é a nossa senhora, Martim?
- a nossa senhora...
- quem é?
- a mãe.
- a mãe?
- a mãe. nossa senhora!
- porquê?
- nossa senhora. a mãe. cocó.
- ah!...
27 abril 2009
Adopção
Soubemos hoje que um casal amigo, que há alguns anos atrás houvera iniciado o processo de adpção que depois interromperam quando nasceu o mais velho, retomou o processo e vai adoptar um pequeno menino de 6 meses, já daqui a 15 dias.
Também cá por casa achamos a adopção um dos actos maiores de amor. Com tantas crianças tristemente trazidas a esta Vida no meio de problemas, é de facto uma dádiva algumas famílias poderem acolhê-las e entregar-lhes todo o divino amor que têm para dar e partilhar.
Muito se fala e se diz sobre o processo de adopção em Portugal, de onde verdadeiramente o primeiro impacto é a morosidadede, essa que assombra desde bem cedo quem quer adoptar, como se ainda reflectindo no assunto já atirassem espinhos de longe para afastar a ideia.
Enfim.
Confesso que li muito superficialmente sobre o tema, mas não consigo deixar de ficar atónito com os anos que tantas crianças têm de esperar para serem acolhidas numa família quando, do outro lado, imensos casais desesperam ao ver o tempo passar.
Alguma coisa aqui, a meu ver, não bate certo...
Também cá por casa achamos a adopção um dos actos maiores de amor. Com tantas crianças tristemente trazidas a esta Vida no meio de problemas, é de facto uma dádiva algumas famílias poderem acolhê-las e entregar-lhes todo o divino amor que têm para dar e partilhar.
Muito se fala e se diz sobre o processo de adopção em Portugal, de onde verdadeiramente o primeiro impacto é a morosidadede, essa que assombra desde bem cedo quem quer adoptar, como se ainda reflectindo no assunto já atirassem espinhos de longe para afastar a ideia.
Enfim.
Confesso que li muito superficialmente sobre o tema, mas não consigo deixar de ficar atónito com os anos que tantas crianças têm de esperar para serem acolhidas numa família quando, do outro lado, imensos casais desesperam ao ver o tempo passar.
Alguma coisa aqui, a meu ver, não bate certo...
14 abril 2009
Das melhores coisas no mundo
Não sei se para os outros pais a sensação é idêntica,
mas para nós, aqui em casa, dos melhores momentos do dia são as visitas ao quarto dos miúdos para lhes ajeitar a roupa da cama e dar alguns mimos enquanto dormem.
Acho que poucas imagens há que emanem tamanha tranquilidade e serenidade quanto ver os nossos filhos dormir em completa paz, nas suas caminhas, agarrados aos seus peluches de dormir.
mas para nós, aqui em casa, dos melhores momentos do dia são as visitas ao quarto dos miúdos para lhes ajeitar a roupa da cama e dar alguns mimos enquanto dormem.
Acho que poucas imagens há que emanem tamanha tranquilidade e serenidade quanto ver os nossos filhos dormir em completa paz, nas suas caminhas, agarrados aos seus peluches de dormir.
12 abril 2009
5 Quilinhos
Pois é, Mati!,
já alcancaste os 5kg!!!
Toda a gente vai dizendo como és parecida com o mano, e de facto até as pestanas de súbito romperam em força e estão fortes e longas. O rosto, esse, mantém-se extremamente parecido ao mano quando tinha 2 meses e meio. Mas é pena que no sono as coisas sejam tãããão diferentes... para pior.
Valha-nos ao menos que comes muito melhor.
Não se pode ter tudo.
Até agora, detestas:
- dormir
- barulho em casa
- estar ao colo deitada de costas
- mimos na cara que durem mais de 3 segundos
- que te tentem adormecer durante o dia
- estar no carro quando este está parado
- chucha
Adoras:
- que falem contigo e façam caretas
- te passeiem em pé virada de frente para o mundo
- mama
- andar de marsúpio
- banho
- bonecos e música
Depois de nos primeiros dois meses chorares perante sequer a aproximação do mano, eis que finalmente agora já vais apreciando quando ele aparece para dar um mimo, uma risada ou simplesmente para o veres a brincar.
já alcancaste os 5kg!!!
Toda a gente vai dizendo como és parecida com o mano, e de facto até as pestanas de súbito romperam em força e estão fortes e longas. O rosto, esse, mantém-se extremamente parecido ao mano quando tinha 2 meses e meio. Mas é pena que no sono as coisas sejam tãããão diferentes... para pior.
Valha-nos ao menos que comes muito melhor.
Não se pode ter tudo.
Até agora, detestas:
- dormir
- barulho em casa
- estar ao colo deitada de costas
- mimos na cara que durem mais de 3 segundos
- que te tentem adormecer durante o dia
- estar no carro quando este está parado
- chucha
Adoras:
- que falem contigo e façam caretas
- te passeiem em pé virada de frente para o mundo
- mama
- andar de marsúpio
- banho
- bonecos e música
Depois de nos primeiros dois meses chorares perante sequer a aproximação do mano, eis que finalmente agora já vais apreciando quando ele aparece para dar um mimo, uma risada ou simplesmente para o veres a brincar.
30 março 2009
2 aninhos... deixaste de ser bebé?
Pois é filhão,
deixamos portanto de contar os meses, e a partir de agora passamos a contar apenas os anos.
Passa para a mana a contagem dos meses e tu já segues adiantado nas tuas traquinices.
E que 2 anos, caramba!
Este aniversário custou tormentas ao pappy.
A trabalhar, ao contrário do ano passado, vi as horinhas todas a dobrar e revivi à flor da pele aquele mágico dia 30 de março.
O ano passado já te ias segurando de pé.
Hoje corres pela casa feito doido.
Já falas pelos cotovelos.
Já comes chocolate.
Já fazes fitas e jogas com os humores dos pais.
Já te aproveitas das nossas fraquezas.
Já guinchas que quase nos furas os tímpanos.
Já danças que nem uma mola.
Já tens quase os dentes todos.
Já vês os livros e adoras que o pai interprete e assuma vozxes para as personagens.
Já escrevinhas risquinhos e círculos.
Já reconheces o "O", "1", "2", "A", "M", "P" e volta e meia já o "E".
Já chegas com os pés aos pedais do triciclo.
E há tanto mais que em dois anos de repente... puff, já cá está.
Deixaste por tudo isto de ser bebé?
Nada disso.
Creio que para qualquer pai, por mais barba que venha a ter, nunca um filho deixa verdadeiramente de ser o seu bebé que segura entre braços e adormece à noite na cama com toda a ternura.
deixamos portanto de contar os meses, e a partir de agora passamos a contar apenas os anos.
Passa para a mana a contagem dos meses e tu já segues adiantado nas tuas traquinices.
E que 2 anos, caramba!
Este aniversário custou tormentas ao pappy.
A trabalhar, ao contrário do ano passado, vi as horinhas todas a dobrar e revivi à flor da pele aquele mágico dia 30 de março.
O ano passado já te ias segurando de pé.
Hoje corres pela casa feito doido.
Já falas pelos cotovelos.
Já comes chocolate.
Já fazes fitas e jogas com os humores dos pais.
Já te aproveitas das nossas fraquezas.
Já guinchas que quase nos furas os tímpanos.
Já danças que nem uma mola.
Já tens quase os dentes todos.
Já vês os livros e adoras que o pai interprete e assuma vozxes para as personagens.
Já escrevinhas risquinhos e círculos.
Já reconheces o "O", "1", "2", "A", "M", "P" e volta e meia já o "E".
Já chegas com os pés aos pedais do triciclo.
E há tanto mais que em dois anos de repente... puff, já cá está.
Deixaste por tudo isto de ser bebé?
Nada disso.
Creio que para qualquer pai, por mais barba que venha a ter, nunca um filho deixa verdadeiramente de ser o seu bebé que segura entre braços e adormece à noite na cama com toda a ternura.
29 março 2009
2 Anos
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Unknown at 11:39 p.m.
Labels: desejo, dúvidas, família, filhos, GRANDE DIA, pensamentos, receios
Labels: desejo, dúvidas, família, filhos, GRANDE DIA, pensamentos, receios
Faz agora dois anos que o dia, uma quinta-feira, estava a terminar.
Esperaste que o pai e a mummy terminassem de celebrar o seu dia de namoro e pouco depois da meia-noite iniciaste a tua viagem de entrada neste mundo.
2 anos!
Já vais fazer 2 anos.
Há 2 anos pensava que muita coisa iria mudar, desde o meu trabalho ao trabalho da mummy, e contudo, como a vida nos pregou partidas.
Há 2 anos não imaginava sequer que em menos de 2 anos seríamos 4!
E contudo, cada vez mais que te olho e seguro ao colo e agarro com força entre braços e vejo a tua irmã, só penso:
- o mundo podia ser tão diferente!
Temos feito tanta coisa mal.
Isto podia ser tanto melhor.
Como é possível que nós, adultos, estejamos a fraquejar tanto, e a deixar a vida do bem comum entregue tão displicentemente?!
Poderíamos ter ganho tanto em tempo uns com os outros. No esclarecimento do nosso papel, da nossa missão como seres humanos, como espécie, como grupo, como um todo. Deixámos para trás momentos bem negros. Mas verdadeiramente ninguém deixou ainda de temer um regresso, tais são os fantasmas ainda presentes.
Vamos vivendo.
As regras que regem coisas tão simples como mérito ou recompensa são tantas vezes defraudadas.
E nós, pais, dizemo-vos a vocês, filhos, não como o mundo funciona, mas como idealmente deveria funcionar. Depois vocês chegam uns anos mais tarde e descobrem que as coisas não são bem assim, que afinal há umas nuances diferentes. E mais uns anos depois a confusão é total, porque umas vezes é, outras não é, e ninguém sabe para onde isto vai...
Gostava de te poder oferecer, amanhã, no teu aniversário, um presente enorme com imensas e boas certezas quanto ao futuro de nós como país, como sociedade, como seres humanos. Infelizmente, até há 2 anos atrás eu pensava poder contar com tantas certezas, e eram apenas meia dúzia de coisas e pessoas, e no entanto tanto parece ter falhado.
Mas outras nem tanto.
Outras permanecem sérias, boas, fortes, vivazes, inspiradoras.
E é precisamente aí nessas excepções que tem que residir a nossa força e a nossa esperança.
Nesses vislumbres de luz, por onde metemos a mão e sentimos o calor amornar-nos a pele sem queimar, porque do lado de lá não está qualquer miragem nem luz plástica, mas uma outra mão.
Tens sempre as nossas, filho.
Terás sempre as nossas.
As nossas mãos, quentes, estão sempre aqui para ti.
Para dançarmos, ampararmo-nos, levantarmo-nos, mimarmo-nos.
Sempre aqui.
Esperaste que o pai e a mummy terminassem de celebrar o seu dia de namoro e pouco depois da meia-noite iniciaste a tua viagem de entrada neste mundo.
2 anos!
Já vais fazer 2 anos.
Há 2 anos pensava que muita coisa iria mudar, desde o meu trabalho ao trabalho da mummy, e contudo, como a vida nos pregou partidas.
Há 2 anos não imaginava sequer que em menos de 2 anos seríamos 4!
E contudo, cada vez mais que te olho e seguro ao colo e agarro com força entre braços e vejo a tua irmã, só penso:
- o mundo podia ser tão diferente!
Temos feito tanta coisa mal.
Isto podia ser tanto melhor.
Como é possível que nós, adultos, estejamos a fraquejar tanto, e a deixar a vida do bem comum entregue tão displicentemente?!
Poderíamos ter ganho tanto em tempo uns com os outros. No esclarecimento do nosso papel, da nossa missão como seres humanos, como espécie, como grupo, como um todo. Deixámos para trás momentos bem negros. Mas verdadeiramente ninguém deixou ainda de temer um regresso, tais são os fantasmas ainda presentes.
Vamos vivendo.
As regras que regem coisas tão simples como mérito ou recompensa são tantas vezes defraudadas.
E nós, pais, dizemo-vos a vocês, filhos, não como o mundo funciona, mas como idealmente deveria funcionar. Depois vocês chegam uns anos mais tarde e descobrem que as coisas não são bem assim, que afinal há umas nuances diferentes. E mais uns anos depois a confusão é total, porque umas vezes é, outras não é, e ninguém sabe para onde isto vai...
Gostava de te poder oferecer, amanhã, no teu aniversário, um presente enorme com imensas e boas certezas quanto ao futuro de nós como país, como sociedade, como seres humanos. Infelizmente, até há 2 anos atrás eu pensava poder contar com tantas certezas, e eram apenas meia dúzia de coisas e pessoas, e no entanto tanto parece ter falhado.
Mas outras nem tanto.
Outras permanecem sérias, boas, fortes, vivazes, inspiradoras.
E é precisamente aí nessas excepções que tem que residir a nossa força e a nossa esperança.
Nesses vislumbres de luz, por onde metemos a mão e sentimos o calor amornar-nos a pele sem queimar, porque do lado de lá não está qualquer miragem nem luz plástica, mas uma outra mão.
Tens sempre as nossas, filho.
Terás sempre as nossas.
As nossas mãos, quentes, estão sempre aqui para ti.
Para dançarmos, ampararmo-nos, levantarmo-nos, mimarmo-nos.
Sempre aqui.
03 março 2009
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10!!!
Eia, filhão!
e não é que já contas até 10!?
Bolas!
Verdade seja dita, eu cá acho que é só imitação, ainda não percebes bem que cantilena é essa que memorizaste, mas não deixa de ser curioso ouvir-te a dizer os números seguidinhos e muito compenetradamente.
=)
A mana, essa, vai crescendo e a comer muito, ao contrário de ti, que nunca tens fome, mesmo depois de sair de uma virose. Claro, crescer e engordar - nada!
O olhito da mana lá vai ganhando e perdendo aquela remelita, uns dias melhor, outros pior, mas a pomada sempre alivia.
E nisto, entrámos em Março.
Caminhas para 2 anos.
Estás a arrancar com as malandrices e a começar a torrar a paciência dos pais, o que é um misto de desafio, dor de cabeça e absoluta maravilha.
Espero é que a mana daqui a 2 anitos seja mais branda... =S
e não é que já contas até 10!?
Bolas!
Verdade seja dita, eu cá acho que é só imitação, ainda não percebes bem que cantilena é essa que memorizaste, mas não deixa de ser curioso ouvir-te a dizer os números seguidinhos e muito compenetradamente.
=)
A mana, essa, vai crescendo e a comer muito, ao contrário de ti, que nunca tens fome, mesmo depois de sair de uma virose. Claro, crescer e engordar - nada!
O olhito da mana lá vai ganhando e perdendo aquela remelita, uns dias melhor, outros pior, mas a pomada sempre alivia.
E nisto, entrámos em Março.
Caminhas para 2 anos.
Estás a arrancar com as malandrices e a começar a torrar a paciência dos pais, o que é um misto de desafio, dor de cabeça e absoluta maravilha.
Espero é que a mana daqui a 2 anitos seja mais branda... =S
11 fevereiro 2009
"Foi a mana"
Pois é, filhão,
ou andas a aprender com algum espertalhão na creche, ou já andas muito saidinho da casca.
Ontem, um par de horas depois de chegares da escolinha, o odor pestilento e nauseabundo de uma cocozada começa a tomar conta da sala.
- Martim, tens cocó? Cheira-me mal.
- (silêncio teu)
- Martim, não tens cocó?
- Não!
- Eu acho que tens. Cheira mal. Temos de ir tirar essa cocozada antes que te faça dói-dói.
(e nisto tu páras um micro segundo e num ápice retribuis)
- Mana.
Ah... pois...
Aqui começa a saga...
ou andas a aprender com algum espertalhão na creche, ou já andas muito saidinho da casca.
Ontem, um par de horas depois de chegares da escolinha, o odor pestilento e nauseabundo de uma cocozada começa a tomar conta da sala.
- Martim, tens cocó? Cheira-me mal.
- (silêncio teu)
- Martim, não tens cocó?
- Não!
- Eu acho que tens. Cheira mal. Temos de ir tirar essa cocozada antes que te faça dói-dói.
(e nisto tu páras um micro segundo e num ápice retribuis)
- Mana.
Ah... pois...
Aqui começa a saga...
06 fevereiro 2009
01 fevereiro 2009
Carrinho Bengala
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Unknown at 5:33 p.m.
Labels: compras, conselho, dúvidas, família, filhos, fun, pai, passeios, prendas, viagem
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Depois de muita pesquisa e uma vez que servirá dois filhos e uma duração mais prolongada, optámos pelo carrinho bengala da Maclaren.
O vale que tínhamos também ajudou a suportar a despesa extra do preço (bem) elevado.
Mas no geral, há de facto inúmeros atractivos:
- garantia vitalícia
- hiper-leve
- assento removível e lavável
- capa de chuva incluída
- cesto para 2 kg de tralha (always handy...)
- reclinável em 4 posições (sine qua non)
- banco extensível
- fecha-se apenas com uma mão
Mas houve ainda um outro factor decisivo.
Confesso que nos aplicámos.
Vimos na web vários modelos. Depois andámos atentos aos pais que na rua e centros comerciais andavam com os filhotes nos seus carrinhos bengala. E posto isto reduzimos as opções a uns 6 ou 7 modelos.
E começámos a testar.
El Corte Inglés, Maxi Cosi, Zippy, Chicco, entre outras marcas.
Os do El Corte e da Chicco colocámos de lado pelo tamanho. Robustos mas nada bengala. O da Zippy, hiper-leve, mas não tinha cesto. Mas entretanto já saiu um que tem cesto, só que... o teste definitivo veio depois......
...numa das Zippy explicaram-nos que de facto os Maclaren são uma das marcas que os turistas mais compram. "Porquê?", perguntámos nós. Porque se transportam bem e são muito resistentes, para além de que "deslizam".
Pois é.
O teste definitivo foi mesmo esse!
Em novo fim-de-semana levámos o grande príncipe connosco e durante umas duas horas atravessámos todos os modelos, desde os que estavam na PréNatal, à Zippy, Bebéconfort, etc...
O Maclaren superou tudo e todos.
De facto, desliza!
Ao colocarmos uma criança de 11 kg em cima de um carrinho, passa a contar a estrutura, a configuração, desde a posição dos punhos aos eixos das rodas.
ACREDITEM!
Eu desconhecia que houvesse tantas diferenças.
Alguns carros simplesmente pareciam chumbo. Outros, andam com uma só mão - É impressionante a diferença entre modelos que parecem iguais.
De facto, faz toda a diferença levarem os vossos filhos. Experimentem com eles. Virem o carro com uma só mão. conseguem? Bom sinal. E lembrem-se que irão empurrar os carros durante vários meses. A altura e posição dos punhos nalguns carros é, simplesmente, de uma falta de usabilidade total! Só servem para dar dores de coluna a mães baixinhas (uns) ou a pais altos (outros).
Mas o verdadeiríssimo teste ao Maclaren, esse, virá agora: nos próximos anos!
A ver se escolhemos bem.
30 janeiro 2009
29 janeiro 2009
25 janeiro 2009
Nasceu a Maria Matilde
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Unknown at 10:07 p.m.
Labels: alegria, família, filhos, genica, GRANDE DIA, mãe, pai, parto, saúde, susto, viagem
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Num sábado, depois de dias a fio de frio e chuva, o sol começou a afastar as nuvens.
No rádio ouvíamos os Tribalistas. "Impossível", que isto já não está na moda e é a nossa música. Mas era mesmo. E assim os sinais de apoio davam-nos ânimo redobrado.
Pelos vistos havia vaga.
Esperámos.
2 horas. Consulta e depois já preparação para entrada no Bloco.
roupa metida no grande saco plástico.
Credo, que memória ainda tão viva!
Começo atribulado. 2 desmaios quase sucessivos. Retracção na oxitocina e uma dose extra de glucose misturada. Tudo muito devagarinho. Ao meio-dia, a fome. Rebuçados. A única permissão. E o pai lá ia, entrando e saindo, telefonando às avós que, em casa, brincavam com o mano e sem comer pitada, mais nervosas ainda que o pai.
Mas depois do susto estava tudo bem. As contracções iam e vinham, muito, muito irregulares. É normal. Alguma conversa entre nós dois. alguma galhofa. Piadas. E um controlo apertado ao ritmo cardíaco e ao CTG e relógio.
tudo ia bem.
depois começaram as infernais e já rotineiras contracções a chegar de 5 em 5 minutos. E depois de 4 em 4.
Ok.
Acho que a partir daqui a coisa vai arrancar.
Mas estava ainda assim tranquilo.
Nova saída do pai. Nem 10 minutos. E no regresso, o cenário estava de guerra! A mãe agoniava de doras, e as enfermeiras tardavam a agir. Ainda estaríamos com 2 centímetros de dilatação? Já iam medir... Nova contracção. Estavam já de 2 em 2 minutos. O pai sai de novo e nem 2 minutos. Quando regressa, o cenário estava pior. As contracções estavam ainda amis fortes e pareciam já nem querer parar. As enfermeiras iam medir a dilatação.
daqui em diante, estando o pai cá fora no corredor, só mesmo escutando deu para seguir a hora e meia que se seguiu de autêntica convulsão:
- as enfermeiras, duas mediram a dilatação: 3 centímetros
- 2 médicos vieram observar a mummy; entre preparativos, demoraram 10 minutos, mais conversa com a mummy; e nisto, ao observar, já estava com 8 centímetros de dilatação; e pior, estava a começar a ter vontade de fazer força!
- pânico!
- o colo ainda não estava pronto e as águas não haviam rebentado
- ou seguia para cesariana, ou se tentava parto natural? os médicos saíram
- o anestesista e os enfermeiros tentaram de tudo, mas a mãe começou a gritar
- avançou-se para uma anestesia, já não havia tempo para epidural
- a anestesia só se podia dar uma vez, e o saco foi rbentado numa primeira tentativa com a mummy sentada, o que não deu certo, e só extremou mais as dores
- de novo deitada, águas rebentadas, e o pai a meter a cabeça dentro do quarto: "Posso?"
- Nããão.
( bolas.... )
- De novo cá fora a agoniar, mas nem 4 minutos e voltei a tentrar entrar e explicar que a minha mulher quando lhe dói, dói mesmo, e sensibilidade é com ela!
- nada feito, e o pai lá teve de sair; porquê, bem, porque o bebé já vinha a caminho?
-já!?!?!?! Como?
Pois é, em cerca de 30 minutos o cenário desenhou-se e em 45 tudo se determinou:
- de forma muito controlada e tranquila, com a mummy exemplarmente a fazer força, a MAria Matilde espreitou cá para fora às 16h e 10, e ainda metade dentro, foi a mummy com a ajuda das médicas quem puxou a filhota para fora e a pôs em cima do peito; o pai cortou o cordão e o que se seguiu foi uma hora muito boa, com as médicas a explicar tudo, desde as costuras, à placenta, ao facto de os vegetarianos ou quem come pouca carne vermelha ter muito mais problemas na pele para ser suturada e cicatrizada.
Claro que as diferenças não se ficaram aí.
Se a boca e o queixo parecem ser iguais aos do Martim, o apetite, esse, e o choro, nada têm a ver, com a mana faminta de 3 em 3 horas para comer, tendo sempre que ter suplemento.
Nasceu com 2,800kg, mas o pai acha que vai ser o primeiro bebé do mundo que em vez de perder peso só vai ganhar.
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